Cirurgia de Hérnia Inguinal

Nome técnico: Hernioplastia Inguinal

Corrige o defeito na virilha e reforça a parede abdominal. Pode ser feita de forma convencional ou por videolaparoscopia, com ou sem tela.

Região tratada
Virilha
Via de acesso
Convencional ou laparoscópica
Uso de tela
Com ou sem
Cicatrizes
Reduzidas

O que é

A hérnia inguinal é o tipo mais comum de hérnia: ela se forma quando a parede abdominal enfraquece na região da virilha. Muita gente convive com ela achando que dá para adiar, mas quanto antes você conversar comigo, mais simples tende a ser o tratamento.

A cirurgia corrige esse defeito e fortalece a parede abdominal, com ou sem o uso de tela para prevenir retornos. Ela pode ser feita de forma convencional ou por videolaparoscopia: a escolha depende do seu caso, e eu explico o porquê antes de a gente decidir junto.

Sintomas e quando procurar avaliação

O sinal mais comum é um caroço na virilha, que costuma aparecer ou crescer quando você tosse, faz esforço físico ou fica muito tempo em pé, e some (ou diminui) quando você deita. Pode vir junto uma sensação de peso ou um desconforto leve na região, principalmente no fim do dia.

Na maioria dos casos não é urgência. Mas alguns sinais pedem avaliação rápida: dor forte e repentina, vermelhidão na pele sobre a hérnia, ou quando o caroço não volta ao lugar mesmo em repouso. Nesses casos, procure atendimento o quanto antes.

Como é feita a cirurgia

Existem dois caminhos. Na técnica convencional, um corte na virilha dá acesso direto ao defeito, que é fechado e reforçado, geralmente com uma tela. Na videolaparoscopia, o acesso é por pequenos furos no abdômen, e a tela é posicionada por dentro, guiada por uma câmera.

A anestesia e a duração variam de acordo com a técnica e o seu caso. Essa escolha, junto com convencional ou laparoscópica, é o que a gente define juntos na consulta, levando em conta o tipo de hérnia, se é a primeira vez ou uma recidiva, e a sua saúde geral.

Recuperação

Quando dá para fazer por videolaparoscopia, a recuperação é rápida, com menos dor e cicatrizes reduzidas. Na prática, é uma volta mais tranquila às atividades do dia a dia.

Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta. A conduta certa depende do seu exame e do seu histórico, quem define é a avaliação individual.

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